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E tome gelo na cabeça de Pepa (Foto: Genival Paparazzi)


 

Agora, o Brasileiro, e campeões pernambucanos sem tempo para badalações

 



 

Está certo que os tempos são outros. Em décadas passadas, os clubes passavam no mínimo um mês comemorando a conquista de um título. Uma semana após a grande final havia um amistoso para a entrega das faixas de campeão a cada jogador, técnico, presidente e diretores. O adversário podia ser de casa ou de fora, porém, a preocupação do novo campeão era evitar que o convidado atrapalhasse o grande evento, ‘carimbando’ suas faixas com uma derrota.

Havia ainda os convites para jogos comemorativos no Interior, com banquete, baile, muita badalação. Sim, havia também o jogo. Estádio cheio, uma vez que o povo queria ver de perto e tietar os craques campeões.

Hoje é muito diferente. Os tricampeões pernambucanos (2023 / 24 / 25) que venceram a primeira partida final contra o Retrô, na Arena (3 x 2) e perderam a segunda na Ilha do Retiro (2 x 1), tendo sido salvos na cobrança dos pênaltis, com o filho do presidente

da Fênix botando a tampa no caixão, receberam ali mesmo, de acordo com o protocolo oficial elaborado pela Fifa, as medalhas a que fizeram jus e levantaram o troféu. Depois tiraram uma brincadeira com o técnico Pepa, dando-lhe um verdadeiro banho de gelo, e entraram de folga. Mas que folga? Durou só um dia. Já nesta sexta-feira, os campeões estão treinando novamente, agora visando ao segundo compromisso pelo Brasileirão, domingo (6), ali mesmo, na Ilha, diante do Palmeiras. Campeonato Pernambucano 2025 passa a ser uma doce lembrança para eles.

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