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Foto: Reprodução |
Mais um Tri para a história do Sport
A torcida do Sport está em festa. Após um grande susto, o Rubro-Negro sagrou-se campeão pernambucano pela 45ª vez. Ao mesmo tempo passou a contar com cinco tricampeonatos – anteriormente tinha levantado a taça em 2023 e 2024.
No primeiro jogo da decisão,
há uma semana, na Arena, vitória do Leão por 3 x 2. Nesta quarta-feira, 2,
quando a galera leonina esperava um fácil triunfo de sua equipe, viveu momentos
de incerteza. O Sport abriu o placar, mas o Retrô terminou vencendo o jogo por
2 x 1. Foi necessária a indesejada e dramática decisão por pênaltis. Vitória
leonina e muito barulho no Estádio Adelmar da Costa Carvalho na comemoração de
mais essa conquista.
O SPORT sagrou-se tricampeão
com Caíque França; Hereda, João Silva, Lucas Cunha e Chico; Rivera, Fabricio
Domínguez (Lenny Lobato), Sérgio Oliveira (expulso aos 20 do 2º) e Lucas Lima
(Gustavo Maia); Barletta (Carlos Alberto) e Pablo (Hyoran). Técnico: Pepa.
O RETRÔ tornou-se vice-campeão
com Fabian Volpi; Gedeílson (Gledson), Claudinho, Rayan e Salomão; Fabinho,
Jonas (Diego Guerra) e Radsley; Fernandinho, Mascote (Fialho) e Maycon Douglas
(Grafite). Técnico: Wires Souza.
O árbitro foi Paulo Cesar
Zanovelli da Silva (Fifa-MG), auxiliado por Bruno Boschilia (Fifa-PR) e
Fernanda Nandrea Gomes (Fifa-MG).
Os gols surgiram nesta ordem: Chico
(Spo), 24 e Mascote (Ret), 36 do 1º; Fernandinho (Ret), 27 do 2º.
O Sport terminou o jogo com 10
homens porque Sérgio Oliveira foi expulso aos 22 minutos do segundo tempo,
quando o placar era 1 x 1. Foi aí que o Retrô cresceu, e Fernandinho, com um
belo gol levou sua equipe para a decisão por pênaltis.
O Sport marcou com Rivera,
Chico, João Silva e Carlos Alberto. Inicialmente, o chute de João Silva foi
defendido por Fabian Volpi. Mas o goleiro tinha se adiantado e a irregularidade
não passou em branco para o VAR – leia-se Tiago Nascimento-PE, que determinou
um novo chute, agora convertido.
O Retrô acertou nos chutes de Fialho
e Radsley. Grafite carimbou o travessão, Diego Guerra teve sua cobrança
defendida por Caíque França, não tendo havido necessidade do quinto tiro.
O público pagante foi 24.884,
com renda de R$ 1.121,730.
O jogo foi dramático e teve
seus momentos de nervosismo, o que levou o juiz a atuar com serenidade para
evitar um tumulto em campo.
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