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Foto: Reprodução Terceiro Tempo |
O SHOW DO ENTRONCADINHO DIRRAN
No futebol brasileiro,
o que não falta é apelido engraçado ou curioso. Vejamos só alguns de jogadores que
passaram pelo futebol pernambucano: Amaro Pipa, Arara, Azulão, Badé, Baú, Bassu
Bidé, Cachorrinho, Caiçara, Caixão, Capuco. Carlinhos Bala, Cebinha, Courinho,
Cuíca, Dacadela, Garrafa, Gatinho, Jagunço,
Lacraia, Laxixa, Macaquinho, Merica,
Palito, Piaba, Pirombá, Pirulito, Pissica, Pitota, Quida, Traçaia, Titica, Xexéu, Zeca
Peneira, Zezé Rato Podre ~\o e por aí vai.Não foi à toa que o falecido José
Teixeira escalou uma seleção de Caruaru de todos os tempos, que o compositor
Carlos Fernando consagrou em disco: Arroz, Tinguinho e Trubano; Doutor,
Do-chefe, Zubai, Inhãe, Prãe, Nhô, Leré e Buiú.
No Rio Grande do Norte
havia Dirran. Jogador meio agalegado, do tipo sarará. Era entroncadinho e tinha
as pernas curtas. Já me disseram ter nascido em Caraúbas, na Paraíba.
Seja de onde for, ele
brilhou mesmo na terra do índio Poti. Sobre ele, o jornalista e radialista
Milton Neves contou esta história no seu “Terceiro Tempo” contou há alguns anos
esta história:
Cleberson de Oliveira Silva, de Jundiaí
(SP), é testemunha do que houve com o fantástico atacante Dirran, do
Alecrim-RN.
Dirran, jogador do Rio Grande do Norte,
meio “agalegado”, era “entroncadinho”, tinha as pernas curtas e 1,58 metro de
altura.
Numa nervosa partida de futebol entre o
Alecrim e o ABC, em 1971, o narrador da Rádio Poti, Tertuliano Pinheiro, não
cansava de gritar: “Dirran é um craque! Dirran é uma revelação do futebol
norte-rio-grandense”.
E era Dirran para cá, Dirran para lá.
No fim do jogo o destaque foi mesmo
Dirran, que fez cinco gols, dois de cabeça, na goleada do Periquito por 5 x 2.
Vendo aquele sucesso todo, o jovem
repórter Djalma Correa, hoje diretor da Band Natal, fez sua óbvia entrevista
com o craque na beira do gramado e foi logo perguntando: “Você tem parentes na
França, Dirran? Esse seu nome é de ascendência francesa?”.
O jogador, olhando espantado para Djalma
Correa, respondeu, para todo mundo ouvir: ‘Não sinhô, meu apelido é Cu di Rã
porque sou baixim, mas como num pode falar na rádio, então eles abreveia´,
esclareceu o solerte atacante-batráquio.
Muito bom o blog futebol nordestino tem história.
ResponderExcluirBom dia Lenivaldo Aragão. Apelando para a sua grandiosa influencia juntos as autoridades esportiva do estado. Sugiro que todos os times profissionais de pernambuco coloquem na manga de suas camisas na sequencia de cima pra baixo, as bandeiras do brasil, a de pernambuco, e a do município do qual ele é nativo. para que assim quando, estes times saírem do nosso estado pernambuco para jogar em outro estado ou mesmo no exterior se faça identificar de onde é egresso. OBS. SOU PERNAMBUCANO DO BAIRRO DA TORRE, TENHO 81 ANOS E MORO AQUI EM SANTOS - SP HÁ 55 ANOS. FICO GRATO SE ASSIM EU FOR ATENDIDO. DE ANTEMÃO OBRIGADO. JEDIAEL COSTA ARAUJO. E-MAIL - ajediaelcostaaraujo@gmail.com
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